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IA brasileira entra para o Guinness corrigindo redações do Enem

Por  Redação  | 

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Erick Teixeira
Erick Teixeira
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A inteligência artificial já faz parte do nosso dia a dia, mas agora ela começa a ganhar um papel ainda mais importante: ajudar a transformar a educação pública no Brasil.

A edtech brasileira Estudo Play entrou para o Guinness World Records ao corrigir mais de 461 mil redações manuscritas em apenas um mês. Ao todo, a empresa já processou cerca de 5 milhões de textos em 2025, todos alinhados aos critérios do Enem.

O detalhe que mais chama atenção é que os textos não são digitados. Os estudantes escrevem à mão, como fariam em uma prova real. Depois, a inteligência artificial analisa o conteúdo, identifica erros e devolve um feedback detalhado, mostrando onde o aluno pode melhorar.

Por trás disso, existe uma combinação de tecnologia e curadoria humana. A ferramenta foi treinada com base em critérios oficiais e validada por especialistas, com mais de 90% de confiabilidade nas correções.

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Para entender como essa tecnologia funciona na prática, quais cuidados são necessários ao usar IA na educação e o que esperar do futuro, conversamos com Erik Anderson de Carvalho Silva, diretor administrativo e pedagógico da empresa no Podcast Canaltech.

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Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Wendel Martins e Viviane França, sob coordenação de Anaísa Catucci. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Yuri Sousa e a arte da capa é de Erick Teixeira.